IMPACTO - 03-07-2020

(IMPACTO) #1

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3 DE JULHO DE 2020


Estado assina convênios com


Adamantina e Osvaldo Cruz


para construção de moradias


DA REDAÇÃO
redacao@gimpacto.com.br


As duas maiores cidades da
microrregião, Adamantina e Os-
valdo Cruz, assinaram convênios
com a Secretaria de Habitação do
Estado de São Paulo para cons-
trução de moradias.
Na terça-feira (30), o secretá-
rio de Estado da Habitação, Flavio
Amary, autorizou a construção
de 369 unidades em Adamantina
pelo programa Nossa Casa, na
modalidade Preço Social.
“Com investimentos da iniciati-
va privada, apoio dos municípios e
articulação da Agência Casa Pau-
lista, esse programa democratiza
e amplia o acesso à moradia social
a preços bem acessíveis, tornando
ainda mais próximo o sonho da
casa própria”, afirmou o secretá-
rio da Habitação.
Presente à reunião virtual, o
prefeito de Adamantina, Marcio
Cardim (DEM), parabenizou a
iniciativa. “Esse programa que
vem ao encontro dos anseios do
nosso município, que, depois de
14 anos, recebe essas moradias,
atendendo a uma demanda na
área da habitação popular”.
O programa articula municí-
pios e a iniciativa privada, com
o objetivo de construir moradias
populares a preços abaixo do va-


Voluntários cuidam das
margens da linha férrea de
Lucélia | Foto: Divulgação/
Secretaria de Meio Ambiente

Após 14 anos, Adamantina é contemplada com 369 casas no modelo Preço Social; Osvaldo
Cruz terá 100 moradias da CDHU

lor de mercado para atender fa-
mílias, com renda de até três salá-
rios mínimos (R$ 3.135).
A Prefeitura doou o terreno
e, por meio de licitação pública,
será definida a empresa privada
responsável por desenvolver o
empreendimento. A vencedora da
disputa construirá as unidades
habitacionais e destinará parte
delas a preço social, ou seja, com
valor bem reduzido em relação ao
preço normal. O restante das mo-
radias será comercializado pela
empresa a preço de mercado.
Os interessados já podem fa-
zer o registro de interesse para
participar do programa no site
http://www.nossacasa.sp.gov.br/.
Sempre que o número de candi-
datos for superior às unidades
sociais disponíveis, a seleção será
realizada por meio de sorteios pú-
blicos.

OSVALDO CRUZ


A CDHU (Companhia de De-
senvolvimento Habitacional e Ur-
bano) e a Prefeitura de Osvaldo
Cruz assinaram convênio para a
produção de 100 moradias de inte-
resse social no Município. A parce-
ria foi firmada na sexta-feira (27).
O novo conjunto habitacional
será viabilizado por meio da moda-
lidade Nossa Casa-CDHU. A Pre-
feitura doará à Companhia os lotes
dos terrenos devidamente registra-
dos em cartório de imóveis para a
construção das moradias. Caberá à
CDHU a elaboração do levantamen-
to planialtimétrico do terreno e o
credenciamento para selecionar as
empresas que executarão o empre-
endimento. A construção será finan-
ciada pela Caixa Econômica Federal.
“É um dia muito especial para
Osvaldo Cruz aqui no Palácio dos
Bandeirantes, onde assinamos
através da CDHU um convênio
para a construção de 100 casas.
Agradecemos ao governador João
Dória, secretário Flavio Amary e
toda a equipe da CDHU por mais
uma vez atender nosso pedido,
proporcionando novos lares às fa-
mílias da nossa cidade”, afirmou o
prefeito de Osvaldo Cruz, Edmar
Carlos Mazucato (PSDB).
Os imóveis vão atender famí-
lias com renda entre 1,5 e 5 salá-
rios mínimos.

+Notícias


Osvaldo Cruz tem
967 casos de dengue
confirmados em 2020

Parapuã retoma
desinfecção das unidades
de saúde e locais públicos
Enquanto enfrenta a pande-
mia do novo coronavírus, com 11
casos positivos até quinta-feira
(2), Osvaldo Cruz também ba-
talha para conter o avanço da
dengue. Até o momento, a do-
ença transmitida pelo mosquito
Aedes aegypti fez 967 vítimas na
cidade.
O último boletim da Vigi-
lância Epidemiológica regis-
trou aumento de dois casos em
comparação com anterior. Há
ainda uma pessoa que aguarda
resultado de exame e mais 380
pacientes foram submetidos a
testes, que deram negativo.

A Prefeitura de Parapuã retomou
a desinfecção das unidades de saúde
e locais com grande concentração de
pessoas nesta semana. Este serviço é
realizado das 6h às 8h, às segundas,
quartas e sextas-feiras, em parceria
com a Granja Mizohata.
A gestão municipal solicita que,
nos dias de realização do serviço, a
população evite estacionar na avenida
São Paulo para facilitar a desinfecção.
A Prefeitura explica ainda que
está sendo utilizado o produto qua-
ternário de amônia, um composto
que elimina com melhor eficiência o
vírus. A ação é uma das atitudes de
prevenção a propagação da Covid-19.

Depois de entender que o treinamento até a falha
muscular momentânea é um fator importante para elevar
a alta intensidade do treinamento e responsável por esti-
mular o crescimento, a questão lógica que surge é: quantas
séries de determinado exercício devem ser executados? É
precisamente neste ponto que a maioria dos treinadores
comete o maior erro.
Realizar várias séries dos exercícios aumenta o tempo
total do treino. Mas, qualquer exercício feito além do
mínimo necessário para estimular o crescimento é um
desperdício de tempo, esforço e é contraproducente. Esse
desperdício se dá pelo fato de que a capacidade de recu-
peração é limitada. A questão da duração ou do volume
das séries (seja uma ou 100 séries) é um fator negativo –
pois, de acordo com que você executa, cada série há uma
lesão maior na musculatura prejudicando a capacidade
de recuperação; e isto é inegavelmente um fator negativo.
Para cada série realizada, cada vez mais a reserva limitada
de recursos bioquímicos do corpo é usada na tentativa de
recuperar ou compensar os efeitos exaustivos do treino,
deixando muito menos sobra para compensações excessi-
vas na forma de novos músculos.
Então, claramente a questão do volume é um fator ne-
gativo. Na medida em que treina utiliza recursos bioquí-
micos que devem ser substituídos e, quanto mais você usa,
mais deve ser substituído. Logicamente que os resultados
ideais podem ser alcançados apenas com a quantidade
mínima ou precisa de exercícios, e é obvio que pelo menos
um conjunto deve ser executado para haver estímulo.
Como o treinamento deve ser de intensidade muito alta
para estimular o crescimento muscular, e quanto maior a
intensidade menor a duração, um treino de alta intensidade
deve por sua própria natureza ser breve. Claro que usando
o princípio de identidade devemos ter uma atitude correta
e entrar na academia como um ser humano racional e
realizar apenas a quantidade exata de exercícios exigidos
pela natureza. Mais não é melhor; menos não é melhor; a
quantidade exata necessária é a melhor.
Executar exercícios e séries além do menor limite
necessário, prejudicará e dificultará a recuperação que é
uma das fases mais importantes para o processo de cresci-
mento. Muitos exercícios e séries no treinamento - levados
ao extremo são como uma maratona de treinamento e os
subsistemas de recuperação do corpo não serão capazes
de compensar os efeitos exaustivos do treino e um estado
de descompensação (depleção e perda de tecido - overtrai-
ning) irá acontecer.

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RENAN DEMARQUE

Q:@renanfdemarque
E Renan Demarque

Educador físico

REGIÃO


“Esse programa que vem ao
encontro dos anseios do nosso
município, que, depois de 14
anos, recebe essas moradias,
atendendo a uma demanda na
área da habitação popular”,
disse prefeito de Adamantina,
Márcio Cardim
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