No caso da experiência, tais dizeres também são deliberados
e assemelham-se a uma narrativa de algo que
deliberadamente foi vivido.
No caso da vivência, tais dizeres não são exatamente uma
deliberação e assemelham-se a um relato de algo que foi
vivido, porque simplesmente aconteceu.
São dizeres cujas diferenças são grandes, mas que não
parecem tanto. Suas redações são deliberadamente e
necessariamente pensadas, exceto no caso da vivência.
O refletir e o experimentar são concernentes à consciência, o
viver concerne à a-consciência (consciência nua).
ZERO AÇÃO/REAÇÃO
Sabemos o quanto já nos foram transmitidos ensinamentos
de extremo valor como, por exemplo: "Se não tivermos
AMOR, de nada servirão nossos saberes" (1 Coríntios 13).
Sabemos também o quanto já nos foi dito quanto às palavras
mais relevantes e sagradas, tais como: Amor, Agapè,
Atravessar, Acolher, Aceitar, Abandonar-se à Luz,...
(Intervenientes).
Mas, haveria um meio de nos sentirmos ainda mais seguros
quanto à nossa integração e sincronicidade com tamanhas
sacralidades de expressões?