Clipping Banco Central (2021-03-13)

(Antfer) #1

Novo auxílio deve começar em abril


Banco Central do Brasil

Correio Braziliense/Nacional - Economia
sábado, 13 de março de 2021
Banco Central - Perfil 1 - Paulo Guedes

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Autor: Edu Andrade/Ascom/ME


Aprovada em segundo turno pela Câmara dos
Deputados, a Proposta de Emenda Constitucional nº
186, mais conhecida como PEC Emergencial, deve ser
promulgada no início da próxima semana. Ontem, em
uma rede social, o presidente do Senado, Rodrigo
Pacheco (DEM-MG), anunciou o novo passo que
culminará o trabalho das duas casas legislativas.
"Realizaremos, na próxima segunda-feira (15), sessão
do Congresso Nacional para a promulgação da PEC
Emergencial (186/19), que permitirá a retomada do
pagamento de auxílio emergencial aos mais
necessitados do Brasil", escreveu o senador.


A PEC Emergencial estabeleceu as condições para uma
nova rodada de pagamento do auxílio emergencial.
Entre as medidas importantes chanceladas pelos
deputados, constam o limite de R$ 44 bilhões para
financiar a ajuda aos brasileiros e as travas fiscais
defendidas pela equipe econômica do governo
Bolsonaro. Inconformadas com os termos estabelecidos


pela PEC, categorias de servidores públicos
pressionaram deputados para afrouxar as regras fiscais
presentes na proposta. O governo teve de aceitar a
retirada do trecho que suspendia promoções e
progressão de carreira do funcionalismo, mas conseguiu
manter o congelamento de salários caso as despesas
obrigatórias atinjam 95% das despesas totais. Assim, a
proposta alinhavada na Câmara manteve o texto original
encaminhado pelo Senado.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a
primeira parcela da nova rodada do auxilio emergencial
provavelmente será paga apenas no início de abril, mas
será referente ao mês de março. "Possivelmente,
seremos autorizados a pagar o auxilio emergencial na
segunda-feira. Promulgando a PEC na segunda-feira,
na mesma hora o auxílio passa à fase de execução.
Queremos pagar o auxilio ainda em março,
possivelmente saia no início de abril, mas é relativo a
março", esclareceu.

Em evento virtual do site Jota, ele confirmou que a
média do benefício será de R$ 250. "Demos R$ 600 em
um momento em que o Brasil teve colapso total, mas
não pode continuar, não é sustentável. Vai virar inflação
e justamente penalizar os mais frágeis", afirmou.

Guedes repetiu que o governo renovará programas de
crédito, como o Programa Nacional de Apoio às
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
(Pronampe), e o Programa Emergencial de Manutenção
do Emprego (BEm) e que este será aperfeiçoado sob a
forma de "seguro-emprego". Ressaltou, mais uma vez,
que, ao invés de pagar R$ 1.000 por quatro meses de
seguro-desemprego, o governo pagaria R$ 500 para o
empregado ser protegido por 11 meses.

Em relação ao Pronampe, o ministro disse que já está
"pronto para ser disparado". Comentou, ainda, que está
no Palácio do Planalto a medida que permite a
antecipação do pagamento de 13º para aposentados e
pensionistas. "Aprovado o Orçamento, imediatamente
pagamos antecipação de benefícios", garantiu.
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