(Antfer) #1

mais os valores e as habilidades fundamentais para um
maior engajamento entre os colaboradores, criação de
times em vez de grupos, motivação, atratividade, pre-
paração atualizada de líderes, cultivo da cultura de
sustentabilidade, responsabilidade social e integridade
em todos os níveis.
Os mais atualizados estudos das habilidades so-
cioemocionais foram sintetizados no conceito de In-
teligência Emocional (IE), aprimorado pelo psicólogo
americano Daniel Goleman, e compreende a gestão das
expressões não verbais e verbais, resultado dos eventos
internos e externos individuais de autoconhecimento,
autorresponsibilidade, autoliderança autocontrole de
pensamentos e emoções, compreensão do próximo e
administração das relações, para que fluam em harmo-
nia, estimulando a cooperação e a união nas atividades
do profissional de recursos humanos (RH). Para desen-
volver o conceito, Goleman considerou as inteligências
múltiplas, de Howard Gardner, que se referem aos as-
pectos pessoais para apresentar a plasticidade neural e a
possibilidade de desenvolvimento da inteligência emo-
cional em qualquer momento da vida humana.
Assim, sendo, é fundamental para qualquer profis-
sional o aperfeiçoamento da Inteligência Emocional e,
mais ainda, para aqueles que trabalham com recursos
humanos, afinal, como gerenciar pessoas, sem soft
skills desenvolvidas?
Entendo ser de fundamental importância que o
profissional de RH tenha suas habilidades comporta-
mentais bem resolvidas. Entre as cinco principais ha-
bilidades a serem desenvolvidas por esse profissional,
destaco: autoconsciência; autocontrole; consciência
social; gestão de relacionamento; e automotivação.


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Refere-se à capacidade de olhar para si mesmo,
como um ser humano completo – com erros e acer-
tos, sucessos e fracassos –, com amorosidade, sem
julgamentos, identificando pontos fortes e fracos,
aceitando seu jeito de ser e se dispondo a aprender e a
aprimorar aquilo que não faz bem. Esse é o primeiro
passo para a conquista da Inteligência Emocional de-
sejada. A partir do momento em que entendemos que
somos passíveis a erros, como qualquer outro cola-
borador, conseguimos exercitar a empatia e, a partir


disso, solucionar o que está impedindo a nós mesmos
e ao outro de ter sucesso.

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O profissional de RH precisa conciliar, muitas vezes,
as necessidades do colaborador com as demandas da
equipe e da empresa, visando a melhor solução para
todos e resultados positivos para a companhia. Para
tanto, pensamentos negativos, destrutivos, emoções
negativas, como a intempestividade e a impulsivida-
de, devem ficar de lado. Não raro, temos a vontade de
dizer o que nos vem à mente, de xingar, de explodir,
não é mesmo? É preciso saber controlar as emoções e
gerenciar os sentimentos, caso contrário, os resulta-
dos para a política de recursos humanos, podem ser
desastrosos. Lembre-se: esse profissional representa a
empresa, frente aos demais colaboradores.

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Escuta ativa e empatia (olha ela aí, de novo, po-
dendo significar respeito, atenção, cuidado) são

Emoções negativas,


como a intempestividade,


devem ficar de lado


DICAS