Manual de Cardiologia - Pedro Ivo de Marqui Moraes

(Antfer) #1

eletrocardiograma (ECG) e a provável coronária acometida na Tabela 8.3.
Devem ser coletados exames laboratoriais (hemograma, coagulograma, função
renal, eletrólitos, glicemia, perfil lipídico e marcadores de necrose miocárdica) e obtida
radiografia de tórax. Em IAMCSST, uma vez que o diagnóstico já é estabelecido pela
história clínica e pelo ECG, em nenhuma hipótese a terapêutica deve ser adiada até o
resultado de exames laboratoriais.


Tabela 8.1 Classificações do infarto agudo do miocárdio com supra de ST.


Killip & Kimball Forrester modificada Sobrevida % (pós-fibrinólise)

I – Sem congestão pulmonar e sem B3 I – Perfusão periférica normal e sem congestãopulmonar 95,6

II – Raros estertores crepitantes (< 50% do
campo pulmonar) com ou sem B3

IIa – Perfusão periférica normal e congestão
pulmonar sem dispneia IIb – Perfusão
periférica normal e congestão pulmonar com
dispneia

83,3
60

III – Edema pulmonar (< 50% do campo
pulmonar)

III – Perfusão periférica diminuída e sem
congestão pulmonar 54,6

IV – Choque cardiogênico IV – Perfusão periférica diminuída e congestãopulmonar 34,8

B3: terceira bulha.


Tabela 8.2 Escore de TIMI para infarto agudo do miocárdio com supra de ST.


Fatores Pontos
Histórico
Idade 65 a 74 anos 2
Idade ≥ 75 anos 3
DM ou HAS ou angina 1
Exame físico
PAS < 100 3
FC > 100 2
Killip II a IV 2
Peso < 67 kg 1
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